1.O ciberespaço é uma questão civilizacional; ou seja a internet não pode ser vista isoladamente mas sim como conjunto de desenvolvimento tecnológicos do nosso século(manipulação genética,micro-física,nanotecnologia e cibernética).A internet nasce quando o mundo acredita ao mesmo tempo no seu fim e no seu renascimento.
2. A liberdade pura atinge no ciberespaço o seu auge até o discurso político perde o seu aparente valor no meio desta liberdade. Aqui a informação multiplica-se infinitamente, a geografia das redes radicaliza a sociedade liberal com princípios de não-violência ou discurso autoritário.
3. O ciberespaço reduz todas as formas de exterioridade.Neste espaço as fronteiras não desaparecem, mas sim ficam, invisíveis: barreiras de valores e poderes. È a propagação a chegar á liberdade antes utópica de democracia e individualidade – o tribalismo.
4.O ciberespaço significa a morte dos objectos reais.Este são substituídos por representações. Há cada vez menos objectos reais e cada vez mais metáforas mortas, tornadas reais pela razão racional. As intstituições lutam pela sua sobrevivência mas não passam de macro-objectos virtuais que asseguram o sentido aparente do real dos objectos.
5.Comunicação universal é a repetição infinita.No ciberespaço todos comunicam entre todos mas já não há objectos de comunicação porque não há exterioridade.
“ A vida concreta desenrola-se no interior de uma rede de metáforas”.
6. A rede abole a infinita distancia do infinito.Anjos, fadas ou sereias são mecanismos de comunicação com o infinito – não existem.
O infinito é mítico e inalcançável, e a ele opõem-se o nosso mundo terreno de seres sem asas.A cibercultura é em si e em simultâneo espaço alternativo ao “normal” e uma extensão desse mesmo espaço. Este espaço auto define-se infinito.
7. O desejo torna-se infinitamente diferido.O desejo é motor da rúptura, actualizando a Lei pela retirada do seu objecto.
8. O Homem torna-se indiferente ao saber.O saber e as idéias não organizam as nossas vidas mas apenas geram novas idéias.A maioria dos saberes da cultura actual são puramente virtuais pois só se formam verdadeiros(na imaginação) quando integrados nos quadros(mentes) de onde emergem. O campo da pesquisa psíquica(noologia) torna-se universal e o virtual a única realidade.
9. O ciberespaço promove a igualdade de oportunidades.O desenvolvimento deste acentua o degrau entre pobres e ricos. Numa segunda fase torna possível o acesso á informação pelos paises pobres podendo eles ter a mesma comunicação/informação que os paises ricos.Na fase em que vivemos a rede tende a produzir os mecanismos que lhe são exteriores. Conclui-se que o ciberespaço promove uma diferença inufensível.
10. O sujeito é o modo de actualização do hipertexto virtual.“Sem mim o espaço não existe”; pois ele só existe com actualização contínua. O ciberespaço é um infinito só aparentemente sem fim. È um hipertexto caótico.Do inicio ao fim constituído pelo tempo de reencontrar o pondo de partida.”A rede é um infinito infinitamente limitado”.
11. A inter-actividade é o oposto da actividade.Interactivo no ciberespaço é acção. A pessoa espectadora de si mesma do seu próprio poder.A parte gráfica dá a ilusão de configuração pessoal. O nosso planeta já não é a terra mas o Windows ou o Linux.
12. O problema fundamental do ciberespaço não é o lixo.È não existir distancia necessária á possiblidade de assunção ou não de valores que identificam-se com a situação do homem constituindo uma nova metáfora naturalista.
2. A liberdade pura atinge no ciberespaço o seu auge até o discurso político perde o seu aparente valor no meio desta liberdade. Aqui a informação multiplica-se infinitamente, a geografia das redes radicaliza a sociedade liberal com princípios de não-violência ou discurso autoritário.
3. O ciberespaço reduz todas as formas de exterioridade.Neste espaço as fronteiras não desaparecem, mas sim ficam, invisíveis: barreiras de valores e poderes. È a propagação a chegar á liberdade antes utópica de democracia e individualidade – o tribalismo.
4.O ciberespaço significa a morte dos objectos reais.Este são substituídos por representações. Há cada vez menos objectos reais e cada vez mais metáforas mortas, tornadas reais pela razão racional. As intstituições lutam pela sua sobrevivência mas não passam de macro-objectos virtuais que asseguram o sentido aparente do real dos objectos.
5.Comunicação universal é a repetição infinita.No ciberespaço todos comunicam entre todos mas já não há objectos de comunicação porque não há exterioridade.
“ A vida concreta desenrola-se no interior de uma rede de metáforas”.
6. A rede abole a infinita distancia do infinito.Anjos, fadas ou sereias são mecanismos de comunicação com o infinito – não existem.
O infinito é mítico e inalcançável, e a ele opõem-se o nosso mundo terreno de seres sem asas.A cibercultura é em si e em simultâneo espaço alternativo ao “normal” e uma extensão desse mesmo espaço. Este espaço auto define-se infinito.
7. O desejo torna-se infinitamente diferido.O desejo é motor da rúptura, actualizando a Lei pela retirada do seu objecto.
8. O Homem torna-se indiferente ao saber.O saber e as idéias não organizam as nossas vidas mas apenas geram novas idéias.A maioria dos saberes da cultura actual são puramente virtuais pois só se formam verdadeiros(na imaginação) quando integrados nos quadros(mentes) de onde emergem. O campo da pesquisa psíquica(noologia) torna-se universal e o virtual a única realidade.
9. O ciberespaço promove a igualdade de oportunidades.O desenvolvimento deste acentua o degrau entre pobres e ricos. Numa segunda fase torna possível o acesso á informação pelos paises pobres podendo eles ter a mesma comunicação/informação que os paises ricos.Na fase em que vivemos a rede tende a produzir os mecanismos que lhe são exteriores. Conclui-se que o ciberespaço promove uma diferença inufensível.
10. O sujeito é o modo de actualização do hipertexto virtual.“Sem mim o espaço não existe”; pois ele só existe com actualização contínua. O ciberespaço é um infinito só aparentemente sem fim. È um hipertexto caótico.Do inicio ao fim constituído pelo tempo de reencontrar o pondo de partida.”A rede é um infinito infinitamente limitado”.
11. A inter-actividade é o oposto da actividade.Interactivo no ciberespaço é acção. A pessoa espectadora de si mesma do seu próprio poder.A parte gráfica dá a ilusão de configuração pessoal. O nosso planeta já não é a terra mas o Windows ou o Linux.
12. O problema fundamental do ciberespaço não é o lixo.È não existir distancia necessária á possiblidade de assunção ou não de valores que identificam-se com a situação do homem constituindo uma nova metáfora naturalista.
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